Nome Comum: Perceve, Percebe

Nome Científico: Pollicipes pollicipes (Gmelin, 1790)

Classificação Científica:
Reino Animalia
Filo Arthropoda
Classe Maxillopoda
Ordem Pedunculata
Família Pollicipedidae
Género Pollicipes
Espécie P. pollicipes

Sinonímias: Lepas pollicipes, Mitella pollicipes, Pollicipes cornucopia, Pollicipes smythii

Estatuto de Conservação: NE - Não Avaliado

Cirrípede de pedúnculo castanho escuro, coberto por pequenas escamas imbrincadas. Capítulo (ou unha) com 18 placas, brancas ou cinzentas, no interior do qual se encontram os cirros que servem para a captura de alimento. Atinge 5 cm ou mais de comprimento. A fase larvar é composta por seis estados nauplius e um estado cypris. Tende a formar aglomerados. Espécie bastante apreciada a nível gastronómico.

Espécie marinha que vive fixada nas rochas mais expostas a águas movimentadas, em especial na zona intertidal (zona entre-marés), ocorrendo também no subtidal pouco profundo de litorais rochosos.

Distribui-se pelas costas rochosas do oceano Atlântico, ocorrendo em toda a costa ocidental portuguesa. Ausente dos arquipélagos dos Açores e da Madeira.

Onde se pode encontrar:

Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina


> Apanha excessiva
> Insuficiente fiscalização
> Pouca representatividade dos dados estatísticos oficiais sobre esta pesca

> Regulamentação específica, baseada no parecer da comunidade científica
> Aumento da intensidade e eficiência da fiscalização (apanha e comercialização)
> Formação dos apanhadores comerciais de percebe
> Aumento das penalizações associadas às transgressões
> Continuidade e promoção de estudos e acções com vista à valorização económica do percebe
> Continuação da monitorização do estado do percebe

Ligações Externas

Projecto “PERCEBES: Gestão, Ecologia e Conservação do Percebe em Portugal”
CIEMAR | Universidade de Évora | Centro de Oceanografia | MARE

Biologia e ecologia do percebe Pollicipes pollicipes (Gmelin, 1790), no litoral sudoeste portugês

Autor: Jorge Araújo Validado por: